Morro de alegria do raiar do dia até o sol se pôr.
E de repente me vejo
Meio que num lampejo, a morrer de amor.
E quando passa o tempo,
Ai vem meu lamento a me aprisionar.
Vejo, que tudo eh fantasia e o mero raiar do dia,
Não me alegra mais.
Percebo que o bem que almejo,
Que todo meu desejo,
Você não sabe dar.
Sei que não é brincadeira,
Que a vida eh faceira,
E que não sei andar.
E quando tropeço no seu passo,
Me escondo em teu abraço e busco o que não tem.
Eu quero, só um amor de verdade,
Com toda intensidade,
E disso sei muito bem.
E nesses meus enganos, amor eu vou plantando,
E colhendo o que vier...
